terça-feira, fevereiro 28, 2006

Disturbed



Hoje posto aqui uma das minhas bandas favoritas, conta neste momento com 3 albuns, e são na minha modesta opinião umas das melhores bandas nestes ultimos anos.

Quando Dan Donegan, Mike Wengren e Fuzz estavam cansados de procurar um vocalista para sua banda, apareceu um cidadão chamado David Drainman que chegou pra ficar e ainda batizou a banda como Disturbed.David veio de uma família conservadora de judeus, que tinha diferentes planos para ele. David segue o caminho contrário a tudo aquilo que estava reservado a ele e se torna vocalista de uma banda de metal com um comportamento bem anormal no palco.O Disturbed é de Chicago, onde, segundo a banda, é difícil começar uma banda com som pesado.Assim que Draiman se juntou a banda que eles começaram a escrever material próprio, pois os outros vocalistas só tinham intenção de fazer covers.A banda faz sua primeira demo tape e começa a divulgação. A fita continha as músicas Stupify, DWTS e Voices.Não demorou muito pra demo correr de mão em mão e banda cair nas graças dos fãs locais e banda ser convidada para abrir um show do Ministry.A fita demo da banda foi parar nas maõs de um locutor de uma rádio rock de Chicago que gostou do Disturbed e colocou-os na programação.Algum tempo depois a banda já assina com a Warner e lança do dia 7 de Março de 2000, "Sickness", o primeiro CD. O primeiro single foi "Stupify" que causou o boom do Disturbed na América."Stupify", "Voices" e "Down With The Sickness" foram os 3 singles que se tornaram vídeos e levaram a top do nome do Disturbed.Agora o Distubed ataca novamente com seu novo CD, "Believe", lançado no dia 17 de Setembro de 2002. "Believe" já foi lançado gerando polêmica devido ao vídeo do primeiro single, "Prayer", que continha cenas de destruição que seriam relacionadas aos atentados de 11 de Setembro. A MTV americana proibiu o vídeo, então o Disturbed lançou o CD com o vídeo de bônus. Lançaram recentemente o seu ultimo album "Ten thousand fists".

Prayer

Another dream that will never come true
Just to compliment your sorrow
Another life that I've taken from you
A gift to add on to your pain and suffering
Another truth you can never believe
Has crippled you completely
All the cries you're beginning to hear
Trapped in your mind, and the sound is deafening

Let me enlighten you
This is the way I pray

[Chorus]
Living just isn't hard enough
Burn me alive, inside
Living my life's not hard enough
Take everything away

Another nightmare about to come true
Will manifest tomorrow
Another love that I've taken from you
Lost in time, on the edge of suffering
Another taste of the evil I breed
Will level you completely
Bring to life everything that you fear
Live in the dark, and the world is threatening

Let me enlighten you
This is the way i pray

[chorus]
Return to me
Leave me no one
Turn to me Return to me Cast aside

You've made me turn away
[chorus]

segunda-feira, fevereiro 27, 2006

Papa Roach


Quem são e como começaram

Na pequena cidade de Vacaville, localizada na Califoria do Norte , quatro amigos de colégio, Jacoby Shaddix, Jerry Horton, Dave Buckner e Will James, decidiram começar uma banda. Em 1993, eles formaram Papa Roach, uma banda cujas influências incluiam algumas bandas proeminentes da baía, como Faith No More e Primus. O Papa Roach rapidamente sobe ao topo da cena músical em Vacaville, com sua mistura de hip-hop, groove-funk, e hardcore .
Após vários anos actuando em bares, eles já haviam passado por diversos lugares como o Clube de Cáctus em San Jose, o Clube de Gado em Sacramento, e a Berkeley Square em Berkeley. Devido às artimanhas imprevísiveis de Jacoby, e o poder proveniente das apresentações ao vivo , o Papa Roach capturou logo a atenção do pessoal mais jovem. Em troca, os jovens mostravam a sua apreciação pela banda assistindo a todos os concertos fielmente. Neste tempo, o Papa Roach pôde abrir dois concertos pro Deftones, e tinha bandas como Incubus, Snot, Far, Human Waste Project, Downset and Fu Manchu tocando junto com eles.
No verão de 1996, enquanto eles percebiam que possuiam algo especial, o Papa Roach decidiu fazer mudanças necessárias para alcançar um nível maior. Primeiro, a banda substituiu o baixista Will James porque o compromisso dele com acampamento de verão da Igreja iria impedir que a banda ensaiasse ou realizasse shows durante o verão. Mas o Papa Roach não teve que ir muito longe para achar um novo baixista. Tobin Esperance, que tinha só 16 anos na época, e vinha sendo roadie da banda desde os 13, prontamente se tornou o novo baixista. Segundo, a banda contratou um empresário, Bret Bair, para ajudar com os registros, promoções e vendas. Com um novo baixista e a administração no lugar, o Papa Roach decidiu entrar em estúdio para gravar um CD.
"Old Friends From Young Years" foi gravado por $ 700,00 nos estúdios E.S.P., em Pittsburg, Califórnia, e foi lançado subseqüentemente em fevereiro de 1997. O CD contém 13 faixas, incluindo as canções "Orange Drive Palms" e "Liquid Diet". Sem qualquer empurrão da banda ou da administração, muitas rádios independentes de faculdades em Chico, Davis, San Jose, Sacramento, e na área da baía adicionaram o Papa Roach em suas programações. Para a surpresa da banda, o Papa Roach consegui alcançar o topo na estacão Cal, em Sacramento, onde a banda foi a mais tocada durante cinco semanas seguidas. O Papa Roach celebrou o lançamento do primeiro álbum deles com vários shows. O show de lançamento em Vacaville foi assistido por 700 pessoas, enquanto o show de lançamento do CD em Berkeley e Sacramento foi assistido por 400 e 300 pessoas, respectivamente.
Assim, o Papa Roach começou a ganhar popularidade e não escapou de promotores que começaram a escalar a banda em muitos shows nacionais maiores. Em março de 1997, o Papa Roach abriu o show para o Suicidal Tendencies na frente 1.000 pessoas em Sacramento. Eles também tocaram junto ou abriram muitos shows de bandas de rock pesado, como Incubus, Snot, Far, Human Waste Project, (hed) p.e., Sevendust, WIll Haven e Powerman 5000.
Em abril de 1998 , o Papa Roach lançou "5 Tracks Deep", um E.P. contendo cinco canções que venderam 1,000 cópias dentro do primeiro mês depois de seu lançamento. Este CD mostra um crescimento natural na musicalidade e na letra das músicas da banda. A canção "Revenge in Japanese", é um exemplo perfeito da marca registrada do som do Papa Roach, onde versos de hip-hop se encaixam pefeitamente com refrões cativantes. Isto resulta em canções com energia e emoção que atraem multidões de pessoas.
Em 2000 eles lançaram seu último álbum, o "Infest", que foi o primeiro a ser lançado por uma grande gravadora, a Dream Works. Músicas como "Broken Home", "Never Enough", "Binge", "Thrown Away" e "Last Resort", mostram letras mais emotivas, pessoais e obscuras, abordando temas como divórcio, alcoolismo e suicídio, sempre fazendo um paralelo enter o bem e o mau. Até o meomento já lançaram dois bem-sucedidos clipes na MTV, "Last Resort" e "Broken Home", que estão no topo das paradas.

Depois lançaram mais 2 cds," lovehatragedy" e "getting away with the murder".

Blood

I will forgive but I won't forget
And I hope you know you've lost my respect

You better watch out
If you don't know whats going on around you
You better think twice
Before you fry off the handle and lose it
You better join us Before you get lost in the shuffle
You better rise against
The demons that are gonna try and hold you down

Does it run in your blood to betray the ones you love?
Does it run in your blood to betray the ones you love?
The ones you love, the ones you love, the ones you love

Cause I'm not a pawn for you to play in your fucking game
I've got dignity and I dream that I want to change
The pressure, your troubled and you let me down
I'm not deaf and all I hear is your empty promises

Does it run in your blood to betray the ones you love?
Does it run in your blood to betray the ones you love?
The ones you love, the ones you love, the ones you love

Does it run in your blood to betray the ones you love?
Does it run in your blood to betray the ones you love?

I will forgive but I won't forget
And I hope you know you've lost my respect

Does it run in your blood to betray the ones you love?
Does it run in your blood to betray the ones you love?

domingo, fevereiro 26, 2006

Nirvana




Agora vou postar a biografia da minha banda favorita, de certeza que todos que viveram a decada de 90 conhecem os Nirvana, sim na epoca em que a musica tinha guitarra e bateria e nada dessas trenguices que agora existem(hip hop não sei das quantas). Fica aqui o Registo da banda de Curt Cobain e Dave Grohl(agora vocalista dos Foo Figthers) :)

Kurt Cobain, Dave Grohl, e Krist Novoselic formaram-se em Washington e vieram-se a tornar numa das bandas mais influentes da década de 90. A formação dos Nirvana surgiu em 1985, quando Kurt Cobain e Krist Novoselic se resolveram juntar e começaram a tocar em várias bandas. Antes de nascerem os Nirvana, Kurt Cobain poderia ser encontrado em diversas bandas, incluindo os Melvins, Fecal Matter, Stiff Woodies, Brown Cow, The Sellouts, e Skid Row (muitas delas tambem com Krist Novoselic). Finalmente se fundaram os Nirvana no fim de 1987, quando Aaron Burckhard se veio juntar à bateria, tendo sido mais tarde substituido por Chad Channing.

1988 -------------------------Outubro A primeira gravação dos Nirvana como banda resultou numa demo denominada "Godfather Of Grunge" (Padrinho do Grunge) e no single "Love Buzz/Big Cheese."

1989 -------------------------Junho "Bleach" é editado e a banda começa a sua tourneé pelos Estados Unidos. "Bleach" fez com que os Nirvana ganhassem créditos através de um pequeno publico, chamando assim a atenção a várias editoras. "About A Girl" estreou-se como o 1º hit do album.

1990 -------------------------SetembroDave Grohl junta-se à banda como baterista e anda em tourné por uns tempos com os L7.

1991 -------------------------Setembro Os Nirvana assinam um contracto com a Geffen Records e lançam "Nevermind". "Smells Like Teen Spirit" torna-se um hit, tanto para os ouvintes de rádios e grupos alternativos, como pela visualização do seu vídeo.

1991 termina com uma tourneé pela Europa e alguns concertos em conjunto com os Pearl Jam e os Red Hot Chili Peppers, pelos Estados Unidos.

1992 ------------------------"Nevermind" entrou para o top no inicio do ano quando outras musicas do album para alem de "Smells Like Teen Spirit", começaram a passar mais nas rádios e nos canais de musica.
Janeiro Os Nirvana entram para o Top 10 com "Smells Like Teen Spirit." Maior parte deste ano foi vivido pelos Nirvana em tourneés pelos Estados Unidos e pela Europa.Os Nirvana foram nomeados para um American Music Award na categoria de Melhor Nova Banda/Artista de Heavy Metal/Hard Rock.
Fevereiro Uma nomeação para um Grammy Award na categoria de Melhor Album de Musica Alternativa, foi atribuida aos Nirvana pelo album "Nevermind".Kurt Cobain contrai matrimónio com Courtney Love (lider da banda "Hole"), da qual no próximo Agosto terá uma filha (Frances Bean).
Abril Nirvana atingem o Top 40 com "Come As You Are."
Setembro O video de "Smells Like Teen Spirit" ganha 2 MTV Video Music Awards como Best Alternative Video (Melhor Video Alternativo) e Best New Artist (Melhor Grupo Revelação). É tambem nomeado para Video do Ano e pela Escolha do Publico.
Dezembro "Incesticide", uma "colectânea" de b-sides e faixas não editadas é lançado.

1993 -------------------------Em 1993, apesar de recém-casado e de tambem ter sido pai recentemente, Cobain não vê grandes razões para festejar. Durante este mesmo ano surgem algumas acusações sobre o uso de heroína e overdoses, e existem tambem problemas por parte da editora, que se mostra pouco satisfatória com o novo album da banda.
FevereiroMais uma nomeação para um Grammy Award é atribuida aos Nirvana, esta vez na categoria de Melhor Musica de Rock - "Smells Like Teen Spirit".
Setembro Após algumas alterações requisitadas pela editora, os Nirvana lançam "In Utero" e começam a sua tourné pela America do Norte. "Heart-Shaped Box" e "All Apologies" trazem sucesso aos Nirvana.
Outubro O Top de 100 Videos de Musica da Rolling Stone posiciona o video de "Smells Like Teen Spirit" em 2º lugar e "In Bloom" em 39º. Billboard "Modern Rock Tracks", tem no 1º lugar do top "Heart-Shaped Box" por 3 semanas consecutivas.In Utero toma o 1º lugar do top Billboard "200 Pop Albums" por uma semana.
Os Nirvana podem ser vistos no MTV Unplugged (gravado em Novembro). Podem tambem ser encontrados na compilação "No Alternative" com a faixa "Verse Chorus Verse."

1994 -------------------------JaneiroNo dia 7 de Janeiro, em Seattle, os Nirvana deram o que viria a ser o seu ultimo concerto nos Estados Unidos, seguindo depois para uma tourneé pela Europa em Fevereiro."All Apologies" mantem-se no 1º lugar do top Billboard "Modern Rock Tracks" por duas semanas .
Março "In Utero" valeu aos Nirvana uma nomeação para um Grammy Award na categoria de Melhor Album de Musica Alternativa.Munique, no dia 1 de Março, foi palco para o ultimo concerto da banda. Enquanto de férias em Roma, Kurt Cobain tentou suicidar-se com uma mistura de alcool e calmantes e ficou um dia em coma. Após ter sido hospitalizado, Kurt Cobain e Courtney Love regressaram a Seattle, onde continuaram a surgir mais ameaças de suicidio.Nirvana alcançam o Top 40 com "All Apologies."
Abril Kurt Cobain entra no centro de recuperação "Exodus Recovery Center", escapando dia 1 de Abril e dado como desaparecido pela sua mãe.No dia 8 de abril,l Kurt Cobain é encontrado na sua casa em Seattle, morto, ao que tudo indicava por um tiro na garganta (que havia ocorrido 3 dias antes). O caso foi classificado como suicidio.
SetembroO video de "Heart-Shaped Box" ganha 2 MTV Video Music Awards: Best Alternative Video (Melhor Video Alternativo) e Best Art Direction (Melhor Realização - dirigido por Bernadette Disanto). Foi tambem nomeado Video do Ano, Melhor Cinematografia, e Escolha do Publico.
Outubro Nirvana entram no Top 40 com "About A Girl."
Novembro "MTV Unplugged In New York" é editado logo após a edição do vídeo "Live! Tonight! Sold Out!". Pode-se encontrar mais de Nirvana na banda sonora "The Beavis And Butthead Experience" que conta com a musica previamente não editada "I Hate Myself And Want To Die."Durante uma semana, "MTV Unplugged In New York" esteve no primeiro lugar do top Billboard Pop Albums.
DezembroNirvana entram no top Billboard Modern Rock Tracks para primeiro lugar durante uma semana consecutiva com "About A Girl."
Dave Grohl cria os Foo Fighters e Krist Novoselic forma os Sweet 75.

1995 -------------------------JaneiroO American Music Award para a mais favorita banda/artista de Heavy Metal/Hard Rock é atribuido aos Nirvana.

1996 -------------------------Fevereiro"MTV Unplugged In New York" fez ganhar aos Nirvana um Grammy Award sendo considerado o Melhor Album de Musica Alternativa.
Outubro É lançado um cd ao vivo intitulado "From The Muddy Banks Of The Wishkah", que contêm actuações gravadas entre 1989 e 1994."From The Muddy Banks Of The Wishkah" atinge o top Billboard Top 200 Albums onde permanece durante uma semana.

1997 -------------------------JaneiroRock 'N Roll Hall Of Fame's "500 Songs That Shaped Rock And Roll" (500 Musicas Que Marcaram o Rock And Roll) inclui "Smells Like Teen Spirit".

1998 -------------------------MaioO 42º lugar no top VH1: Greatest Artists of Rock & Roll (Melhores Artistas do Rock & Roll) e o 6º lugar na votação do site "Rock On The Net" foram atribuidos aos Nirvana.

1999 -------------------------Dezembro"The 90 Greatest Albums of the 90s" (90 Melhores Albums dos anos 90) da revista "Spin" classificam "Nevermind" como o melhor.
MTV: 100 Greatest Videos (100 Melhores Videos) incluí "Smells Like Teen Spirit" em 3º lugar.

2000 -------------------------Janeiro"Smells Like Teen Spirit" em 41º lugar no top VH1: 100 Greatest Rock Songs (100 Melhores Musicas de Rock).
Novembro Os Nirvana alcançam o 6º lugar no top VH1: 100 Greatest Artists of Hard Rock (100 Melhores Artistas do Hard Rock). O top Rolling Stone e o top MTV: 100 Greatest Pop Songs (100 Melhores Musicas Pop) incluí "Smells Like Teen Spirit" em 3º lugar.

2001 -------------------------Janeiro"Nevermind" posiciona-se em 2º lugar no top VH1: 100 Greatest Albums (os 100 Melhores Albums).
Maio VH1: 100 Greatest Videos (os 100 Melhores Videos) inclui "Smells Like Teen Spirit" em 4º lugar.

2002 -------------------------Junho É iniciada uma "batalha" entre os restantes membros da banda - Krist Novoselic e Dave Grohl - e a viúva de Kurt Cobain - Courtney Love - acerca dos direitos sobre as ultimas gravações de Cobain antes da sua morte.
Setembro Kurt Cobain é classificado como o 49º artista mais sexy, no top VH1: 100 Sexiest Artists (os 100 Artistas mais Sexy).
Outubro Os Nirvana voltam ao top da Billboard (Modern Rock Tracks) por 4 semanas consecutivas com o single "You Know You're Right." O video para este mesmo single, entra para o top MTV Video Countdown."Nirvana", uma compilação da banda com os seus maiores êxitos, é lançada.
Novembro Os Nirvana chegam ao top 40 com o single "You Know You're Right." Os Nirvana mantêm-se no top da Billboard (Mainstream Rock Tracks) por 4 semanas com o single "You Know You're Right."
Dezembro "Nirvana" é disco de platina.

2003 -------------------------JunhoNa VH1, "Smells Like Teen Spirit" alcança o 1º lugar no top VH1: 100 Best Songs of the Past 25 Years (100 Melhores Músicas dos Ultimos 25 anos).
Agosto Novoselic anuncia que não irá mais continuar a sua carreira como músico, logo após a sua última banda Eyes Adrift não ter alcançado o êxito procurado.

Texto retirado de http://bleach.no.sapo.pt/index2pt.htm para mais informações consultar o referido site


Por ser grande banda desta vez vou colocar 2 letras de musica e não só 1 como habitualmente :)

Come As You Are

Come as you are, as you were,
As I want you to be
As a friend, as a friend, as an old enemy
Take your time, hurry up
The choice is yours, don't be late
Take a rest as a friend as an old memory(4x).

Come dowsed in mud, soaked in bleach
As I want you to be
As a trend, as a friend, as an old memory(4x).

And I swear that I don't have a gun
No I don't have a gun(2x).



Agora a melhor musica de sempre

Smells Like Teen Spirit

Load up on guns and bring your friends
it's fun to lose and to pretend
She's over bored and self assured
oh, no, I know a dirty word

(chorus)
hello ,hello,hello,how low
hello,hello, hello,how low
hello,hello,hello,how low
hello,hello,hello.....
with the light out it's less dangerous
here, we are now, entertain us
I feel stupid and contagious
here, we are now, entertain us
A mulatto, An albino, A mosquito
My libidoYeh!
Yay......Yay!

I'm worse at what I do best
And for this gift i feel blessed
Our little group has always been
And always will until the end

(chorus)

And I forget just why I taste
Oh yeah, I guess it makes me smile
I found it hard it's hard to find
Oh well, whatever, nevermind

(chorus)
hello ,hello,hello,how low?
hello,hello, hello,how low?
hello,hello,hello,how low?
hello,hello,hello.....with the light out it's less dangeroushere,
we are now, entertain us
I feel stupid and contagious
here, we are now, entertain us
A mulatto, An albino, A mosquito
My libidoA denial (9x)

Metallica IV



PARTE 4 - "St. Anger"... depois da tempestade, a bonança...

“St. Anger”, produzido por Bob Rock é o título do mais recente álbum de originais dos Metallica e também do primeiro single extraído deste trabalho. Este registo, o primeiro de originais desde “Re-Load”, de 1997, mostra-nos os Metallica no seu melhor, e apresenta-nos a banda com a sua nova formação, devido à entrada de Rob Trujillo para o baixo.Quando se é capaz de perceber a energia musical que os Metallica têm libertado há mais de duas décadas – dez fabulosos álbuns que marcaram a história do metal e transformaram os Metallica na maior banda de metal da história – aprendem-se umas quantas noções acerca de objectivos de vida.Curiosamente, o processo de gravação de “St. Anger” decorreu numa altura em que a banda atravessava momentos bem conturbados. O percurso atribulado que levou a “St. Anger” é bem conhecido e foi sobejamente documentado. Ao longo deste período, começaram a revelar-se as fissuras na “Máquina Metallica”, como os próprios gostam de designar a banda. Jason Newsted afastou-se do grupo. James Hetfield internou-se voluntariamente numa clínica de desintoxicação para alcoólicos. A discussão pública contra os downloads na Internet prosseguia. Todos estes factores conjugados não apresentavam o melhor cenário para a gravação de um novo disco. O que estava em risco? Nada mais nada menos que a continuação da própria banda. Os três elementos dos Metallica - James Hetfield, Lars Ulrich e Kirk Hammett – conjuntamente com o seu produtor de longa data, Bob Rock, viram-se numa encruzilhada digna do enredo das letras dos Metallica. Ora, este é precisamente o tipo de cenário acerca do qual tanto Ulrich como Hetfield conseguem escrever prodigiosamente até quando dormem. O irónico desta história é que, a confirmar-se o desmembrar da banda, cada um dos seus elementos membros teria que enfrentar a situação à sua maneira, mas desta feita sozinho e com o peso de pertencer (ou ter pertencido) a uma banda que está na linha da frente do heavy metal há 20 anos. “Foram três anos muito interessantes e muito diferentes para nós”, afirma Lars Ulrich, e prossegue: “Foi muito difícil e muito estranho. Tratou-se de uma trajectória que nos levou a locais que desconhecíamos dentro de nós mesmos, dentro da banda, dentro do potencial dos seres humanos e de muitas outras coisas que nem sonhávamos que existiam. Contudo, pela primeira vez em todos estes anos de Metallica, comecei a pensar que a nossa viagem podia estar a chegar ao fim”. Mas quando estamos perante uma problema herculeano como este, quem melhor do que os Metallica para o tentar resolver? Segundo Lars, o resultado desta tentativa bem sucedida pode ser avaliado no suor, no sangue e no ritmo presentes em “St. Anger”. Mais uma vez, os Metallica fizeram música irrepreensível, como se confirma nas fabulosas interpretações de guitarra e bateria presentes no tema-título deste disco, na sonoridade colossal de “Frantic” ou no tema confessional “My World”. James Hetfield, Lars Ulrich e Kirk Hammett, que se apresentam como irmãos (e são sinceros quando o fazem) saíram desta difícil travessia de três anos com o seu andamento musical intacto. “St. Anger” é um trabalho que traz obrigatoriamente comparações com o passado, com os tempos de alegria e sem problemas dos Metallica, altura em que foram lançados álbuns históricos como “Kill “Em All” (1983), “Master Of Puppets” (1986) ou “The Black Album” (1991), disco que vendeu 15 milhões de exemplares. Contudo, “St. Anger” é sem dúvida um trabalho que os Metallica não poderiam ter feito há 20 anos. Nem sequer há uma década, apesar de ser um álbum que se enquadra na perfeição no espectro musical da banda. Bob Rock é o produtor que acompanha os Metallica há já alguns anos, e cujo primeiro trabalho com este grupo foi o seminal “The Black Album”, em 1991. Este homem, responsável também pela produção de St. Anger”, afirma que este disco completa um ciclo que apenas as grandes bandas conseguem perfazer: “a minha experiência diz-me que só os grandes artistas sabem como atingir um objectivo na sua carreira, tal como os Metallica o fizeram em “The Black Album”. Contudo, muito poucos conseguiriam atravessar uma encruzilhada como a que os Metallica viveram com os seus problemas pessoais, ter a coragem para abandonar o código de conduta e no entanto, conseguir recuperar a alma e a essência dos Metallica de novo. Creio que o exercício feito levá-los a fazer de conta que eram uma banda que tinha acabado de se juntar, como se fossem três ou quatro rapazes que se juntam para fazer música e dizem: “este é o tipo de música de que gostamos, vamos fazer umas canções”. Para James Hetfield, cuja luta pessoal terá sido o principal motivo das mudanças nos Metallica, este álbum constituiu não só um importante passo na evolução da banda, como também na manutenção da amizade que une os seus elementos: “os primeiros tempos dos Metallica tinham que ver com amizade, trabalho de equipa, espírito de sobrevivência, acreditarmos uns nos outros e todas essas coisas. Mas à medida que a máquina vai crescendo, tendes a negligenciar a parte da amizade e a começar a preocupar-te com a direcção que a máquina está a tomar. Tornas-te mais protector, e mais isolado. Houve determinados acontecimentos que nos obrigaram a olhar para nós mesmos e para a amizade que nos une. Agora, somos mais fortes do que nunca porque sabemos para onde vamos”. Uma parte importante da equação que os Metallica tiveram que resolver, prendeu-se com a saída de Newsted, e a consequente necessidade de encontrar um novo baixista. Foi recrutado Rob Trujillo, membro da banda de Ozzy Osbourne, ex-membro dos Suicidal Tendencies e uma das mentes brilhantes responsáveis pelo fabuloso projecto de culto dos anos ”90 que foram os Infectiuos Grooves.Os três elementos dos Metallica empatizaram de imediato com Rob Trujillo. Contudo, este baixista já não entrou para a banda a tempo de participar na gravação de “St. Anger”, uma vez que o grupo não estava com pressa para encontrar um novo baixista. Bob Rock, além de ser produtor e co-autor de “St. Anger”, foi considerado o quarto elemento da banda e chegou mesmo a acompanhar os Metallica em alguns concertos. Todavia, conforme afirma o guitarrista Kirk Hammett, a química entre Rob Trujillo e os Metallica era inegável: “logo no primeiro ensaio vimos que o Rob era estrondoso, o som dele é incrível, vem de todos os lados possíveis e adorámo-lo. E além de tudo isto, ele é um homem sólido e muito porreiro”. James Hetfield acrescenta: “Ele é uma máquina poderosa. O som que consegue produzir é indescritivelmente enérgico. Ele é um poço de energia, mas ao mesmo tempo, é muito calmo e equilibrado. Tem muito para dar à banda e a personalidade dele não poderia ser mais adequada. O Rob está em fogo, está pronto e está ligado à potência dos Metallica”. Um outro aspecto relevante neste rejuvenescimento dos Metallica diz respeito ao facto de Kirk Hammett ter colaborada na escrita das letras pela primeira vez. Este território era exclusivo, até à data, de James Hetfield e Lars Ulrich. Kirk Hammet comenta este acontecimento: “No início senti que não queria nada escrever letras, porque esse era o trabalho do James, mas o Bob foi intransigente. Olhei para o James e perguntei-lhe como fazia e ele apelou para o rio tortuoso da minha consciência. Então, comecei a escrever umas linhas que mostrava ao James, e ele assinalava as boas. Foi uma experiência excelente e creio que está de acordo com a filosofia do disco, de sermos fiéis a nós mesmos e de quão importante isso é para o quadro final”. Isto leva-nos a um tópico que é, sem dúvida, alvo de discussão entre os mais diversos fãs dos Metallica. Esta questão prende-se com os arranjos épicos e as nuances bem talhadas que encontramos em “St. Anger”. Não haja dúvidas que, para uma banda que está em processo de introspecção e a travessar momentos difíceis, os Metallica conseguiram fazer música incrivelmente agressiva. No entanto, Lars Ulrich afirma que não foi feito nenhum esforço especial para tornar este álbum mais pesado: “Creio que o mais fantástico acerca dos Metallica é o facto de conseguirmos planear os nossos objectivos e atingi-los. Trabalhar temas de outras pessoas, como fizémos com o “Garage Inc.”, foi algo que planeámos durante muito tempo. Todas aquelas músicas foram basilares na fundação do som dos Metallica. Quando trabalhamos com Orquestra de São Francisco, recebemos uma chamada do Michael Kamen que queria assegurara a produção do disco e nós achamos a ideia interessante. Mas agora, voltamos a fazer a música que é mais natural para nós, a mais pura e que nos surge sem esforço”. Lars Ulrich prossegue, falando-nos de “St. Anger”: “Outro aspecto patente neste disco é o facto de muita gente pensar que, para que a música seja muito, muito energética, tem que ter como inspiração uma energia negativa. Os Metallica estiveram injectados com este tipo de combustível durante vinte anos, mas agora passámos muito tempo a trabalharmo-nos como seres humanos e demos a volta por cima. Neste momento, os Metallica estão impregnados de energia positiva que se manifesta da forma que se pode constatar ao escutar este disco”. Estas afirmações podem ser confirmadas em temas como “Some Kind of Monster”, onde se afirma “this is the voice of silence no more”. Em canções como esta podemos começar a compreender a complexa dinâmica necessária para que uma banda com vinte anos de carreira e fama mundial consiga lançar um registo poderoso como é “St. Anger”. Para James Hetfield, este processo de construção começa muito antes de chegar ao estúdio: “Tudo começa quando nos começamos a aperceber que o mundo não revolve em função dos Metallica. Para mim, tudo aconteceu com o simples facto de dizer a mim próprio “eu sou o James Hetfield”. Para mim, “St. Anger” significa que conseguimos encontrar a nossa serenidade e que somos capazes de fazer andar um disco como este. “Anger” significa energia. É um sentimento. O termo revolta tem uma má reputação mas o que lhe dá esta imagem é o que fazemos quando sentimos raiva. Podemos fazer coisas péssimas quando nos sentimos revoltados, mas também podemos utilizar essa raiva como uma fonte de energia. Os Metallica sempre foram o tipo de banda que faz tudo para estar em locais onde não seria esperado que estivéssemos. Foi o que fizémos com este disco”.

The Unforgiven II

Lay beside me
Tell me what they've done
Speak the words I wanna hear
To make my demons run
The door is locked now
But it's open if you're true
If you can understand the me
Then I can understand the you

Lay beside me
Under wicked sky
Through black of day
Dark of night
We share this paralyze
The door cracks open
But there's no sun shining through
Black heart scarring darker still
But there's no sun shining through
No, there's no sun shining through
No, there's no sun shining

What I've felt
What I've known
Turn the pages
Turn the stone
Behind the door
Should I open it for you?

Yeah
What I've felt
What I've known
Sick and tired
I stand alone
Could you be there
'cause I'm the one who waits for you
Or are you unforgiven too?

Come lay beside me
This won't hurt, I swear
She loves me not
She loves me still
But she'll never love again
She lay beside me
But she'll be there when I'm gone
Black heart scarring darker still
Yes, she'll be there when I'm gone
Yes, she'll be there when I'm gone
Dead sure she'll be there

What I've felt
What I've knownTurn the pages
Turn the stone
Behind the door
Should I open it for you?

Yeah
What I've felt
What I've known
Sick and tiredI stand alone
Could you be there'cause I'm the one who waits for you
Or are you unforgiven too?

Lay beside me
Tell me what I've done
The door is closed, so are your eyes
But now I see the sun
Now I see the sun
Yes, now I see it

What I've felt
What I've knownTurn the pages
Turn the stone
Behind the door
Should I open it for you?

Yeah
What I've felt
What I've known
So sick and tiredI stand alone
Could you be there'cause I'm the one who waits
The one who waits for you

OhWhat I've felt
What I've known
Turn the pages
Turn the stone
Behind the door
Should I open it for you?
So I dub thee unforgiven

Oh, what I've felt
Oh, what I've known
I take this key
And I bury it in you
Because you're unforgiven too

Never free
Never me'cause you're unforgiven too
Oh



Para mais informações sobre os Metallica ir a www.metallica.com o site oficial da banda

Metallica III




PARTE 3 - o novo milénio...


No Verão de 2000, os Metallica deram mais um passo em territórios nunca antes percorridos ao decidirem efectuar um digressão sem que houvesse um disco a ser promovido. Foi assim que surgiu a ‘Summer Sanitarium Tour’. Entretanto, os fãs ansiavam há muito por um novo disco de originais.Todavia, parecia começar a delinear-se um cenário muito pouco propício ao aparecimento de um novo registo. Os rumores há muito existentes quanto à saída de Jason Newsted confirmaram-se no início de 2001, altura em que este baixista decidiu abandonar os Metallica, devido a diversas questões que já há muito vinha a alimentar em silêncio. Obviamente, muitas foram as pessoas que assumiram que esta contenda seria o final dos Metallica. Como é óbvio, estavam enganadas, ou não estaríamos a falar dos Metallica. Esta saída apenas fez com que o grupo embarcasse em novos e inéditos níveis de criatividade e auto-conhecimento. Os Metallica aperceberam-se que era chegada a altura de trabalharem a fundo as suas vidas profissionais e pessoais. Assim, passaram grande parte do ano de 2001 a explorar estas dimensões, o que fizeram não só em estúdio como fora dele. Assim, mudaram-se de armas e bagagens para uma antiga base do exército conhecida como The Presidio, onde ensaiaram e tomaram a decisão de não se apressarem a encontrar um novo baixista para a banda. Em contrapartida, Bob Rock, produtor dos Metallica deste “The Black Album”, ficou a assegurar o baixo. Em meados de 2001, James Hetfield chegou a uma fase da vida em que se apercebeu que, para poder continuar e florescer, teria que entrar para uma reabilitação. Assim, internou-se voluntariamente numa clínica de desintoxicação de alcoólicos. Esta decisão significava que os elementos dos Metallica iriam passar bastantes meses sem se ver, podendo assim dedicar tempo a outras dimensões das suas vidas, não só como músicos mas também como seres humanos. Esta deliberação teve apenas aspectos positivos: na Primavera de 2002 a banda estava mais coesa do que nunca e pronta para trabalhar num novo disco de originais. Foi assim que os Metallica entraram em estúdio para gravar “St. Anger”. As sessões de gravação decorridos no The Presidio haviam ajudado a descarregar a liberdade de expressão e a imaginação criativa da banda, mas nem os próprios imaginavam o quão produtivas essas sessões se viriam a demonstrar, dando origem ao material apaixonante e poderoso que faz o alinhamento de “St. Anger”. Bob Rock esteve novamente presente assegurando não só a produção, mas providenciando também todo o apoio necessário à banda, que escreveu em conjunto as letras deste disco. Os Metallica de “St. Anger” são orgulhosos, confiantes, apreciadores, humildes, esfomeados, zangados e felizes. Nervosos? Claro que sim, mas pouco. Decorria o Outono de 2002. quando a banda decidiu que era chegada a altura de encontrar um novo baixista. Após algumas audições com músicos escolhidos a dedo, os Metallica decidiram-se por Robert Trujillo, ex-Suicidal Tendencies e ex-membro da banda de Ozzy Osbourne. Note-se que Rob Trujillo se tornou de imediato no quarto elemento dos Metallica e não num músico contratado para tocar baixo! Este homem calmo, divertido e entusiasta fundiu-se na perfeição com os Metallica confirmando que esta escolha era a mais lógica e natural que a banda poderia ter efectuado. Neste momento, a banda está ansiosa por voltar à estrada naquela que será a primeira digressão deste a ‘Summer Sanitarium Tour 2000’. Olhando para eles, ouvindo-os e vendo-os, apercebemo-nos que Lars Ulrich, James Hetfield, Kirk Hammett e Robert Trujillo já não podem mais esperar voltar aos palcos. Nós estamos à espera e aguardamos os próximos capítulos de uma história impressionante que continuará SEM DÚVIDA a ser escrita!

Metallica II





PARTE 2 - UMA TRAGÉDIA ABATE-SE SOBRE A BANDA...

No dia 27 de Setembro de 1986, a vida dos Metallica sofreu uma reviravolta: algures na Suécia, o autocarro da banda despistou-se numa viagem nocturna levando à morte de Cliff Burton. Este homem, além de ser um amigo, era um elemento de suprema importância no trajecto musical do grupo, sem o qual a banda não se conseguia perspectivar no futuro.Contudo, os Metallica sabiam que Cliff Burton não gostaria que eles abandonassem este projecto pelo facto de ele ter desaparecido. Assim, após um intenso período de luto, James Hetfield, Lars Ulrich e Kirk Hammett decidiram continuar. Após mais de quarenta audições, o novo baixista foi seleccionado. O escolhido foi Jason Newsted, homem nascido no Michigan, e que era músico nos Flotsam & Jetsam.Imediatamente após a entrada de Jason Newsted, os Metallica partiram em digressão e em breve gravaram “Garage Days Revisited”, um EP que foi integralmente gravado na garagem de Lars Ulrich. Já com Jason Newsted completamente integrado na banda, os Metallica entraram em estúdio para procederem à gravação do seu quarto álbum de originais. “...And Justice For All” foi editado em Agosto de 1988, levando à explosão que já há algum tempo se antevia: chegou ao sexto lugar nas tabelas de vendas dos EUA, foi nomeado para o Grammy de ‘Melhor álbum de Metal/Hard Rock’, e levou a banda a ser cabeça-de-acartaz da digressão “Monsters of Rock”, após a qual os Metallica efectuaram uma extensa digressão mundial. Este disco marcou também a primeira incursão dos Metallica pelo território dos vídeos musicais. A estreia foi assinalada com o vídeo para o tema “One”, provavelmente um dos vídeos mais ‘anti-vídeo’ da sua era. 1991 foi o ano que assistiu à edição do álbum homónimo dos Metallica, que, curiosamente, ficou mundialmente conhecido como “The Black Album”, pelo facto da capa ser negra. Este disco, que catapultou os Metallica para a dimensão da fama mundial, foi o primeiro a ser produzido por Bob Rock. “The Black Album” apresentava-se ligeiramente diferente dos registos anteriores. As músicas eram mais curtas, o som mais rico e os arranjos mais simples. Este álbum entrou para primeiro lugar das tabelas de vendas em quase todo o mundo, lugar onde permaneceu durante várias semanas, tendo vendido mais de 15 milhões de exemplares. Além de ter dado origem a diversos singles, este álbum recebeu um Grammy e um MTV American Music Award. Graças a “The Black Album”, os Metallica estiveram em digressão durante cerca de três anos, tocando sozinhos na digressão ‘An Evening With Metallica’, dividindo o palco com os Guns’n’Roses na ‘Joint-Headline Stadium Tour’ e sendo cabeças-de-cartaz dos mais diversos festivais um pouco por todo o mundo. Quando esta digressão terminou, por volta do Outono de 1993, os Metallica estavam completamente desgastados, tendo finalmente tirado umas férias e aproveitado para compatibilizarem a sua vida de músicos com as suas vidas pessoais. Assim, passaram cerca de quatro anos até que fosse lançado um novo álbum de banda. “Load”, gravado nos estúdios The Plant, em Sausalito, na Califórnia, foi o mais longo álbum da banda até à data, uma vez que era constituído por 14 canções. Este disco, novamente produzido por Bob Rock, apresentava um som era mais coeso e temas mais soltos, poderosos e eclécticos.As sessões de gravação de “Load” deram origem a tantos temas que, em 1997, foi lançado um segundo álbum, intitulado “Re-Load”. Estes disco deram origem a uma fenomenal digressão com concertos cuja duração ascendia às duas horas. Quem por acaso ainda tivesse dúvidas acerca da fenomenal banda que são os Metallica, pode desfazê-las nesta altura. Em 1998, os Metallica recolheram diversos lados-B, algumas versões, dois temas dos tempos de “Garage Days Revisited” e decidiram voltar aos estúdios The Plant para gravar 11 versões. Deste trabalho surgiu o disco duplo “Garage Inc”, um registo repleto de temas eléctricos, crus e incrivelmente fascinantes. Um ano depois, os Metallica viram-se a braços com um convite inusitado: Michael Kamen propôs-lhes que colaborassem com a Orquestra Sinfónica de São Francisco, com o intuito de darem uma nova roupagem não só aos seus temas, como também um contributo indelével para o metal. O cepticismo de alguns face a este projecto caiu por terra aquando dos dois espectáculos decorridos no Berkeley Community Theatre. Estes concertos tornaram-se marcos épicos na história da banda. Muito ao contrário do que alguns cépticos previam, a música dos Metallica não ficou comprometida com esta iniciativa. Na realidade, os arranjos efectuados permitiram que os instrumentos preenchessem na totalidade os momentos das canções, providenciando-lhes uma sonoridade estrondosa e nunca antes vista. Os Metallica tinham decidido gravar estes espectáculos, sem grandes intenções de futuro. Contudo, tendo em conta a experiência magnífica em causa, optaram por editar, em 1999, estes concertos num CD em formato duplo e também em DVD.

Turn The Page

On a long and lonesome highway east of omaha
You can listen to the engines moaning out as one long song
You think about the woman or the girl you knew the night before

But your thoughts will soon be wandering the way they always do
When you're riding sixteen hours and there's nothing much to do
And you don't feel much like riding, you just wish the trip wasthrough

Here I am - on the road again
There I am - up on the stage
Here I go - playing star again
There I go - turn the page

So you walk into this restaurant strung out from the road
And you feel the eyes upon you, as you're shaking off the cold
You pretend it doesn't bother you, but you just want to explode

Yeah, most times you can't hear 'em talk, other times you can
All the same old clichés, "is it woman? is it man?"
And you always seem outnumbered, you don't dare make a stand
Make your stand

Here I am - on the road again
There I am - up on the stage
Here I go - playing star again
There I go - turn the page

Oo-ooh, out there in the spotlight, you're a million miles away
Every ounce of energy you try to give away
As the sweat pours out your body like the music that you play,yeah

Later in the evening, you lie awake in bed
With the echoes of the amplifiers ringing in your head
You smoke the day's last cigarette, remembering what she said
What she said

He-ey

Yeah
And here I am - on the road again
There I am - up on a stage
Here I go - playing star again
There I go - turn the page
There I go - turn that page
There I go, yeah, yeah
There I go, yeah, yeah
There I go, yeah
There I go, yeah
There I go, oo-oo-ooh
There I goAnd I'm gone